segunda-feira, 30 de abril de 2012

PESQUISA PÁSCOA: CONTEXTO HISTÓRICO

A VERDADEIRA PÁSCOA CRISTÃ

CONTEXTO HISTÓRICO
Desde que Israel partiu do Egito em cerca de 1450 a. C., o povo hebreu celebra a Páscoa todos os anos, na primavera (em data aproximada a sexta-feira Santa).
Depois de os descendentes de Abraão, Isaque e Jacó passarem mais de 400 anos de servidão no Egito, Deus decidiu libertá-los da escravidão. Suscitou Moisés e o designou como líder do Êxodo (Êx 3-4). Em obediência ao chamado de Deus, Moisés compareceu perante Faraó e lhe transmitiu a ordem divina: “Deixa ir o meu povo”. Para conscientizar Faraó da seriedade dessa mensagem da parte do Senhor, Moisés, mediante o poder de Deus, invocou pragas como julgamentos contra o Egito. No decorrer de várias dessas pragas, Faraó concordava em deixar o povo ir, mas, a seguir, voltava atrás, uma vez a praga sustada. Soou a hora da décima e derradeira praga, aquela que não deixaria aos egípcios nenhuma outra alternativa senão a de lançar fora os israelitas. Deus mandou um anjo destruidor através da terra do Egito para eliminar “todo primogênito... desde os homens até aos animais.” (Êx 12.12)
Visto que os israelitas também habitavam no Egito, como poderiam escapar do anjo destruidor? O Senhor emitiu uma ordem específica ao Seu povo; a obediência a essa ordem traria a proteção divina a cada família dos hebreus, com seus respectivos primogênitos. Cada família tinha de tomar um cordeiro macho de um ano de idade, sem defeito e sacrificá-lo ao entardecer do dia quatorze do mês de Abibe; famílias menores podiam repartir um único cordeiro entre si. (Êx 12.4) Parte do sangue do cordeiro sacrificado, os israelitas deviam aspergir nas duas ombreiras e na verga da porta de cada casa. Quando o destruidor passasse por aquela terra, ele passaria por cima daquelas casas que tivessem o sangue aspergido sobre elas (daí o termo
Páscoa, do hebraico., pesah, que significa pular além da marca, passar por cima, ou poupar). Assim, pelo sangue do cordeiro morto, os israelitas foram protegidos da condenação à morte executada contra todos os primogênitos egípcios. Deus ordenou o sinal do sangue, não porque Ele não tivesse outra forma de distinguir os israelitas dos egípcios, mas porque queria ensinar ao Seu povo a importância da obediência e redenção pelo sangue, preparando-o para o advento do “Cordeiro de Deus”, que séculos mais tarde tiraria o pecado do mundo. (Jo 1.29)
Naquela noite específica, os israelitas deviam estar vestidos e preparados para viajar (Êx 12.11). A ordem recebida era para assa o cordeiro e não fervê-lo, e preparar ervas amargosas e pães sem fermento. Ao anoitecer, portanto, estariam prontos para a refeição ordenada e para partir apressadamente, momento em que os egípcios iam se aproximar e rogar que deixassem o país. Tudo aconteceu conforme o Senhor dissera (Êx 12.29-36).




A PÁSCOA NA HISTÓRIA ISRAELITA
A partir daquele momento da história, o povo de Deus ia celebrar a Páscoa toda primavera, obedecendo as instruções divinas de que aquela celebração seria “estatuto perpétuo” (Êx 12.14). Era porém, um sacrifício comemorativo, exceto o sacrifício inicial no Egito, que foi um sacrifício eficaz. Antes da construção do templo, em cada Páscoa os israelitas reuniam-se segundo suas famílias, sacrificavam um cordeiro, retiravam todo o fermento de suas casas e comiam ervas amargas. Mais importante: recontavam a história de como seus ancestrais experimentaram o êxodo milagroso na terra do Egito e sua libertação da escravidão de Faraó. Assim, de geração em geração, o povo hebreu relembrava a redenção divina e seu livramento do Egito (Êx 12.26). Uma vez construído o Templo Deus ordenou que a celebração da Páscoa e o sacrifício do cordeiro fossem realizados em Jerusalém (Dt 16.1-6). O Antigo Testamento registra várias ocasiões em que uma Páscoa especialmente relevante foi celebrada na cidade santa. (2º Cr30.1-20;35.1-19,2º RS 23.21-23, Ed 6.19-22).
Nos tempos do Novo Testamento, os judeus observavam a Páscoa da mesma maneira. O único incidente na vida de Jesus como menino, que as Escrituras registram, foi quando seus pais o levaram a Jerusalém, aos doze anos de idade, para a celebração da Páscoa (Lc 12.41-50). Posteriormente, Jesus ia cada ano a Jerusalém para participar da Páscoa (Jo 2.13). A última Ceia de que Jesus participou com os seus discípulos em Jerusalém, pouco antes da cruz, foi uma refeição da Páscoa
(Mt 26.1,2,17-29). O próprio Jesus foi crucificado na Páscoa, como Cordeiro Pascal (1ª Co 5.7) que liberta do pecado e da morte todos aqueles que Nele crêem.
Os judeus continuam celebrando a Páscoa, embora seu modo de celebrá-la tenha mudado um pouco. Posto que já não há em Jerusalém um templo para se sacrificar o cordeiro em obediência a Dt 16.1-16, a festa judaica contemporânea (chamada Seder) já não é celebrada com o cordeiro assado. Mas as famílias ainda se reúnem para a solenidade. Retiram-se cerimonialmente das casas judaicas, e o pai de família narra toda a história do êxodo.
A PÁSCOA E JESUS CRISTO
Para os cristãos, a Páscoa contém um rico simbolismo profético a falar de Jesus Cristo. O Novo Testamento ensina explicitamente que as festas judaicas “são sombras das coisas futuras” (Cl 2.16,17; Hb 10.1), isto é, a redenção pelo sangue de Jesus Cristo. Note os seguintes itens em Êxodo 12, que nos fazem lembrar do nosso Salvador e do seu propósito para conosco:

i O centro do evento da Páscoa era a graça salvadora de Deus. Deus tirou os israelitas do Egito, não porque eles eram um povo merecedor, mas porque Ele os amou e porque Ele era fiel ao seu concerto (Dt 7.7-10). Semelhantemente, a salvação que recebemos de Cristo nos vem através da maravilhosa graça de Deus (Ef 2.8-10; Tt3.4,5)

i O propósito do sangue aplicado às vergas das portas era salvar da morte o filho primogênito de cada família; esse fato pronuncia o derramamento do sangue de Cristo na cruz a fim de nos salvar da morte e da ira de Deus contra o pecado (Êx 12.13,23,27; Hb 9.22)

i O cordeiro pascoal era um “sacrifício” (Êx 12.27) a servir de substituto do primogênito; isto prenuncia a morte de Cristo em substituição à morte do crente
(Rm 3.25). Paulo expressamente chama Cristo nosso Cordeiro da Páscoa, que foi sacrificado por nós (1ª Co 5.7).

i O cordeiro macho separado para a morte tinha de ser “sem mácula” (Êx 12.5); esse fato prefigura a impecabilidade de Cristo, o perfeito Filho de Deus (Jo 8.46; Hb 4.15).

i Alimentar-se do cordeiro representava a identificação da comunidade israelita com a morte do cordeiro, morte esta que os salvou física (1ª Co 10.16,17; 11.24-26). Assim como no caso da Páscoa, somente o sacrifício inicial, a morte Dele na cruz, foi sacrifício eficaz. Realizamos em continuação a Ceia do senhor como um memorial, “em memória” Dele (1ª Co 11.24).

i A aspersão do sangue nas vergas das portas era efetuada com fé obediente (Êx 12.28; Hb 11.28); essa obediência pela fé resultou, então, em redenção mediante o sangue (Êx 12.7,13). A salvação mediante o sangue de Cristo se obtém através da “obediência da fé” (Rm 1.5; 16.26)

i O cordeiro da Páscoa devia ser comido juntamente com pães asmos (Êx 12.28). Uma vez que na Bíblia o fermento normalmente simboliza o pecado e a corrupção
(Êx 13.7; MT 16.6; Mc 8.15) esses pães asmos representavam a separação entre os israelitas redimidos e o Egito, isto é, o mundo e o pecado (Êx 12.15). Semelhantemente, o povo redimido por Deus é chamado para separar-se do mundo pecaminoso e dedicar-se exclusivamente a Deus.
fonte: Bíblia de Estudo Pentecostal; estudo

ACRÓSTICO PÁSCOA







 FAL    A DO 

FALA DE AMOR
QUE TEVE O NOSSO JESUS...
PADECENDO GRANDE DOR,
MORRENDO POR MIM NA CRUZ.

DE SANGUE INOCENTE...
POR NÓS JESUS DERRAMOU!
MAS NÃO FICOU MORTO... ELE VIVE!
JESUS JÁ RESSUCITOU.



FALA DO CORDEIRO...
QUE SÍMBOLO DA PASCOA É...
CRISTO, AMOR VERDADEIRO,
QUE VEJO PELOS OLHOS DA FÉ.


FALA DA 



FALA DE ALEGRIA!!!!!
MUITO GRANDE EU VOU SENTIR.
QUANDO ENFIM NAQUELE DIA,
COM JESUS EU VOU SUBIR.

OVELHA QUERIDA
QUE JESUS ARREBANHOU...
CURANDO SUA FERIDA,
A SALVAÇÃO LHE ENTREGOU.

PLANO PERFEITO
QUE NOSSO DEUS PROJETOU
ATRAVÉS DE SEU ÚNICO FILHO
NOSSA DÍVIDA PAGOU.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

CADERNOS DE PLANEJAMENTO DA EBD

OBSERVAÇÃO: OS CADERNOS FORAM ELABORADOS POR MICHELE(COORDENADORA PEDAGOGICA DO DEPIN)


 PROFESSORAS DO BERÇÁRIO: URSO SÍMBOLO DA REVISTA DO BERÇÁRIO CPAD
 PROFESSORAS DO MATERNAL: ABELHINHA
 PROFESSORAS JARDIM DE INFÂNCIA: PEIXE
PROFESSORA DOS JUNIORES:LEÃO

COMBINADOS PARA TURMA DE TEMPO INTEGRAL

















segunda-feira, 2 de abril de 2012

ENCERRAMENTO DO SEMESTRE DE 2011 BERÇÁRIO

LEMBRANCINHAS QUE ENTREGAMOS AOS PAIS(CHAVEIRINHO BONECO E BONECA)

LANCHEIRA DAS MENINAS (BONECAS)

LANCHEIRA DOS MENINOS (BONECOS)
MESA DECORATIVA




MESA DOS PRESENTES